Eu gosto muito de jogar um jogo curtinho de vez em quando, mas tem vezes que eles acabam parecendo curtinhos até demais. Normalmente é justamente porque eles ainda estavam bem divertidos e te deixam com aquela vontade de continuar jogando ou de encontrar outro jogo no mesmo estilo.
No meu caso, muitas vezes eu invento a desculpa de “ah, tá faltando pegar essas conquistas, então vou jogar de novo pra platinar”, e tem vezes que nem essa desculpa eu tenho, então eu dou um tempo e depois jogo de novo porque bateu a saudade.
Separei aqui uma lista com 6 jogos que joguei 2, 3, talvez até mais vezes.
Eles têm estilos diferentes uns dos outros, então os motivos pra jogar de novo também variam.

Nesse jogo, nós temos 7 personagens, mas precisamos escolher apenas 3 para jogar. Cada um tem sua própria história, habilidade e partes do jogo que você só conhece levando aquele personagem. Só aí, já temos um fator replay inegável.
Como na primeira vez que joguei eu me diverti muito não apenas com os quebra-cabeças e a jogabilidade, mas também com o humor ácido do jogo, é lógico que eu quis conferir como eram as áreas exclusivas dos outros personagens, como que eram os outros quebra-cabeças e, é claro, pegar cada conquista.

O jogo que deu origem à enxurrada de jogos de organização que estamos presenciando no momento.
Um jogo simples, que muitos vão pensar: “Sério!? Um jogo de ficar colocando livrinho em estantes?”
Pois eu achei interessante, e pensei que seria um ótimo jogo pra jogar antes de dormir, pra dar aquele soninho gostoso.
Nunca estive tão enganada!
O jogo tem várias coleções de livros com nomes diferentes, e você inicialmente tem que deduzir qual é a categoria da coleção pelo nome dela.
E você começa a prestar atenção nos nomes e percebe que, na maioria das vezes, são engraçados ou têm alguma referência.
Acabei achando tão divertido que, na minha primeira vez organizando a biblioteca, eu optei por jogar sem nenhuma das habilidades, só pro jogo durar mais tempo.

Uma série de quebra-cabeças em que, no primeiro jogo da franquia, você vasculha uma caixa para encontrar segredos e ir destrancando partes dela para encontrar outra caixa dentro, e assim vai.
Nos jogos seguintes, a ideia de você vasculhar objetos e encontrar como destrancar novos puzzles continua, mas não se limita às caixas.
São quebra-cabeças que eu acho muito gostosos de resolver, e é claro que jogar logo após zerar não tem graça, então esse é um dos casos em que eu deixo passar um bom tempo até não lembrar mais dos puzzles e ter que quebrar a cabeça de novo.

Um jogo em que meu objetivo é perturbar e atazanar todo mundo? Onde eu assino!?
Ficar rodando pequenos mapas, roubando objetos de pessoas, grasnando e tentando não ser chutado, enquanto você tenta concluir uma lista de objetivos. Parece bobo, e é mesmo. Mas é MUITO divertido!
Então, além dos objetivos necessários pra avançar no jogo, fiz questão de fazer cada um dos objetivos extras.
E depois de um tempo, joguei de novo… E depois, joguei em co-op também.
(E talvez eu ainda jogue de novo no futuro).

Puzzles, puzzles, puzzles e mais puzzles.
O jogo tem um ritmo muito bom pra te introduzir às mecânicas. Os quebra-cabeças vão aumentando a dificuldade gradualmente, e no meio disso tudo tem a GLaDOS, que é a cereja do bolo (que talvez seja uma mentira, ou será que não?).
Por ser um jogo de quebra-cabeças, esse é mais um em que o replay fica melhor se você der um tempo para esquecer um pouco do jogo. Claro que nas próximas vezes fica mais fácil de encontrar as soluções, mas ainda é divertido.

Esse é um daqueles jogos que joguei há muitos anos e, pra ser honesta, já não me lembro tão bem dele (uhul, olha a desculpa pra jogar de novo!).
O que eu me lembro é de ter acabado e querer jogar mais, pois achei o jogo simples, engraçado e com puzzles divertidos, mas ele é BEM curtinho mesmo.
Publicado em 28 de outubro de 2026.


